A REVOLUÇÃO CULTURAL NA CHINA

A cúpula do PCCh afasta Mao da condução dos assuntos internos. Outros veteranos da revolução, como Liu

Shaoqi e Deng Xiaoping assumem as decisões do dia-a-dia. Mao continua a chefiar a política externa. Crescem as críticas à URSS, que reage e suspende a ajuda econômica e militar, em 1960.

Em 1966, Mao lança uma ofensiva para voltar ao poder: a Grande Revolução Cultural Proletária. A população – em especial a juventude – é instigada a se rebelar contra as autoridades, acusadas de burocratização.

Cerca de 20 milhões de estudantes formam as Guardas Vermelhas, que fazem perseguições em enorme escala. Mas o pacto com as guardas acaba em 1969, quando Mao usa o Exército para liquidar seus aliados, agora acusados de extremismo. Aos poucos, a ala reformista do PCCh reconquista posições e, após a morte de Mao, em 1976, assume o poder.
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