A ABERTUDA DO MERCADO CHINES

Em mais

de 20 anos, a China já terá atingindo o equilíbrio entre o poder central e as regiões descentralizadas, o que lhe conferirá uma organização política e econômica muito competitiva, semelhante ao sistema federativo dos EUA.

Os chineses vêm investindo pesadamente em ações, os milhares de estudantes que foram para universidades no Japão, Estados Unidos e Europa estão voltados para trabalhar na China. E tem mais os executivos chineses manejam bem o just-in-time, fazem avaliações usando feedback de 360 graus, dominam processo de melhoria de qualidade 6-sigma e reengenharia. E os tratamentos desumanos dispensados aos funcionários, devido ás injustas leis trabalhistas, são questão de tempo, a previsão dentro de 20 anos mudará.

A China aproveitou uma série de estratégias político-econômicas astutas e implementadas no momento certo. Uma foi à admissão na Organização Mundial de Comércio, processo que levou 15 anos. A China vem liberalizando gradualmente a maior parte de suas políticas de comércio. Assim, sua entrada na OMC é em grande parte simbólica. Ser membro da OMC representa o compromisso da China estabelecer regra claras e aplicáveis em relação a propriedade intelectual e proteção de seus direitos.

Antes de 1992, os investidores desprezavam a China devida á falta de confiabilidade de sua economia. A partir de proclamação um país, dois sistema, daquele ano, o dinheiro começou a fluir para o mercado de capitais, assim como os investimentos diretos para a construção de fábrica e escritórios nas zonas francas.

Investir em ações é praticamente um esporte nacional na China. Os 60 milhões de chinês expatriotados ao redor do mundo também tendem a fazer investimentos, aproveitando seus laços lingüísticos, étnicos e familiares para por dinheiro de volta no território chinês.

Como nação, a China tem reputação de ser uma fonte medíocre de inovação. De repente, porem, essa percepção está mudando. A entrada de empresas estrangeiras, tecnologias, capital e a irrestrita migração de empresas e pessoas através de fronteiras, tudo isso seria uma ameaça no sistema comunista, mas apenas essa situação fosse reconhecida publicamente. Todo esse delicado equilíbrio depende de ninguém admitir que a China está se tornando mais uma federação do que um sistema controlado centralmente.

As indústrias chinesas cortarão custos, aumentarão a qualidade e forçarão mais inovação para mais produtos de consumos industriais – não apenas devidos aos seus próprios esforços, mas porque empresas globais competindo por posições na China estão pregando lá suas melhores praticas.

O Japão já está descobrindo a dura verdade: a de que está extremamente difícil para uma empresa não chinesa competir em qualquer mercado mundial com uma estratégia de commodities de custo e preço baixos, mesmo se esse commodities forem componentes eletrônicos de precisão. Pouco commodities está fora do alcance da indústria chinesa, que, ao contrário de qualquer outra nação, pode exercitar ao mesmo tempo baixo custo, mão de obra especializada e alta tecnologia automatizada.

As exportações chinesas custaram especificamente 400 mil empregos americanos ao longo dos últimos três anos. A China já é o segundo detentor de reservas cambiais do mundo com US$340 bilhões. Com essa fartura, a China segue o Japão e compram títulos americanos. Somente em letras do Tesouro, os chineses detem US$ 120 bilhões.

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Comentários

  1. Amandinha says:

    olá,
    queria saber todas as economias da china
    nao o sigificado delas

    OBRIGADO!!!

  2. Dalva says:

    gostaria de saber qual é a bebida mais consumida na china, se os jovens a partir de que idade podecomeçar a sair para baladas , qual a vodka que cara na china e cosumida pelos chineses qual é o preço desta vodka.favor mandar em portugues

  3. Marcos Lima says:

    Gostaria de obter informações sobre o volume total das exportações e importações da China em 2008

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