O GRANDE CRESCIMENTO ECONÔMICO CHINES

A contribuição de Deng foi de enorme importância à China. Mas os reflexos de seus esforços só apareceram mais nitidamente 6 anos após sua morte, quando a China alcançava um ritmo de crescimento de 8% ao ano.

Segundo a revista VEJA de 22 de outubro de 2003, nº 42 p. 125, Eurípedes Alcântara afirma que “a China é bem menor hoje do que parece, mas será muito maior e mais poderosa que a maioria das pessoas pode imaginar, pois o crescimento sustentado chinês nas duas últimas décadas ocorreu sem surtos inflacionários”.

Ele também mostra que entre 1980 e 2000, a China recebeu quase meio trilhão de dólares de investimento, que significa dez vezes mais que a Índia, país de população pouco menor que a chinesa, recebeu no mesmo período.

O governo chinês também vem elaborando projetos de

incentivo à livre iniciativa. Houve anos que esses incentivos chegaram a consumir 36% do orçamento chinês. Esse quadro tão propício para o crescimento se deu com os movimentos de globalização e com a necessidade do ocidente de mão-de-obra e de mercado consumidor.

A mesma revista VEJA na p. 124, traz um estudo realizado pelo banco de investimentos americano Goldman Sachs, divulgado na semana anterior à publicação da revista, que estima que a China, mesmo que diminua pela metade o seu ritmo de crescimento, vai se tornar a economia mais forte do planeta, ultrapassando a Inglaterra em 2005, a Alemanha em 2007, o Japão em 2016 e finalmente os Estados Unidos em 2040.

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