REFORMAS ECONÔMICAS NA CHINA

Segundo Cláudio Camargo, na reportagem publicada na revista ISTOÉ de 5 de janeiro de 2000, nº 1579 p. 108, “Depois de anos de convulsões e reviravoltas sangrentas no início do regime comunista, que puseram o país de pernas para o ar, como o desastroso Grande Salto para Frente (1958-1960) e a não menos desastrosa Revolução Cultural (1966-1976), a China entrou, a partir de 1978, numa era de reformas econômicas de tipo capitalista.” Neste ponto, já sob o comando de Deng Xiaoping, a China adota a política das Quatro Grandes Modernizações (da indústria, da agricultura, da

ciência e tecnologia e das forças armadas). Também foram criadas Zonas Econômicas Especiais, abertas a investimentos estrangeiros.

“Isso trouxe uma enxurrada de investimentos estrangeiros ao país e tirou grande parte da população da miséria, embora tenha aumentado consideravelmente o fosso entre a China urbana, dinâmica e capitalista, e a China rural, anacrônica e estatal. Por isso, a virtual potência mundial ainda se assenta sobre pés de barro” diz Camargo.

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