HISTÓRIA DO COMUNISMO NA CHINA

Diante do avanço japonês, o Kuomintang e o PCCh fazem nova aliança em 1936. Com a rendição do Japão, no fim da II Guerra Mundial, recomeçam os combates entre comunistas e nacionalistas. Em outubro de 1949, os comunistas proclamam a República Popular da China, com Mao Tsé-tung como dirigente supremo. Chiang Kai-shek foge para Taiwan (Formosa), onde instala a República da China. A China continental é reorganizada nos moldes comunistas, com coletivização das terras, nacionalização das empresas estrangeiras e controle estatal da economia. Em 1950, a China assina tratado de amizade com a União Soviética (URSS).

No mesmo ano ocupa e anexa o Tibet.

Após a morte do ditador soviético Josef Stálin, em 1953, Mao enfatiza sua autonomia em relação

à URSS. Em 1956 lança a

Campanha das Cem Flores, para estimular críticas da população à burocracia partidária. Quando essas críticas ultrapassam limites considerados toleráveis, o regime reage com a Campanha Antidireitista. Milhares de intelectuais são perseguidos, presos e mortos.

Em seguida, Mao lança outra campanha: o Grande Salto para Frente (1958/1960), que pretendia transformar rapidamente a China em nação desenvolvida e igualitária. Os camponeses são obrigados a se juntar em gigantescas comunas agrícolas. Siderúrgicas improvisadas são instaladas por toda a parte. O “salto” leva à total desorganização econômica. Milhares de camponeses morrem de fome.

Compartilhe com seus amigos:

LINKS PATROCINADOS
Se você gostou destas informações compartilhe com seus amigos através do Orkut, Facebook, Twitter ou pelo E-mail utilizando umas das opções:

Deixe seus comentários